É pioneiro do que já cansamos de ver
como “jogador problema”.
É a “estrela” do time.
Não admitia jogar pelo dinheiro.
Jogava por amor ao time.
Jogaria
até de graça se fosse preciso.
Era intolerante aos companheiros de campo.
Era
culpa deles não ganharem o título.
Era culpa do cachorro do presidente do clube
por não ter voltado ao Botafogo.
Justo quando Maracanã estava pronto.
Seus amores e vícios não tinham limites.
Eles também não
escapavam do seu furacão.
A vida em preto em branco do inesquecível jogador do
Botafogo, Heleno de Freitas, é dirigido por José Henrique Fonseca, baseado no
livro "Nunca Houve um Homem como Heleno", de Marcos Eduardo Novaes.
Rodrigo Santoro tem o seu drible finalizado com um gol. Heleno
por Santoro nos mostra sua felicidade e decadência em momentos não-linear em
que chegamos a nos excitar e deprimir.
O filme sem cores é quase um irmão de “O artista” de Michel Hazanavicius.
Onde ambos vivem com o
sucesso e perda dela. Mas ao contrário do artista francês, Heleno não tem um
final feliz.

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