domingo, 21 de outubro de 2012

Sobre X Factor...

Não entendo quem diz que a Britney deu uma nova cara ao programa. Ela não faz simplesmente nada, só repete o que oos homens do programa falam e faz cada cara que desanima qualquer um que canta, ainda por cima, que cantam ao vivo né? Eu amo a Britney, cantava e dançava suas músicas desde pequena, desde que descobri a Mtv. A apoiei espiritualmente na sua pior fase e estive lá quando ela voltou do seu "blackout". Mas não acho q
ue o programa a tem favorecido. Ou melhor, ela não se favorece. Estar num programa semanal, onde tu tá cara a cara com o povo, incentivando-os a lutar pelos seus sonhos, afinal ela também já esteve nessa situação um dia. Mas o que ela faz? Cruza os braços e torce a boca pra quem não a agrada. E quando vem alguém bom, ela no máximo repete uma ou duas palavras já ditas e soma um Sim ao desempenho dos candidatos. Muito contrário de Britney, Demi Lovato, essa sim, faz o programa ser fofo e agradável de assistir. Eu quero muito ser amiga da Demi. Ela sim, está aproveitando a exposição e aumentando seus fãs com seu carisma juvenil. Tanto o Simon Cowell e o L.A. Reid são ótimos no programa, cada um do seu jeito. São profissionais e sabem o que fazem e quem escolhem.
Infelizmente o programa falha pelas várias encenações e sem um apresentador pra nos guiar diante de tanta gente, cidades e dramas acontecendo. O programa é muito monótono em várias partes, só foca em candidatos bizarros e deixa os bons de lado, dando 10 segundos do seu tempo.A Khloé Kardashian deveria ter entrado faz muito tempo, ela seria perfeita nessas horas. 
Nem sei o que acontece no The Voice e infelizmente o American Idol já devia ter encerrado as atividades depois de Steven Tyler e a Jennifer Lopez, não acredito que outras personalidades tão diferentes terão uma harmonia tão boa em relação a uma disputa musical. 
Foi legal Britney, mas depois de todo seu passado e principalmente, depois de ver um show recente seu, não acho que toda essa arrogancia tem sido merecido pra você. 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Meu amigo Ted

Quem imaginaria que o ursinho Ted, que estreiou nos cinemas a pouco de duas semanas no circuito nacional chamaria atenção não pela sua produção, mas sim por uma interpretação equivocada de um deputado federal.



Seth-macfarlane-ted_largeO filme escrito e dirigido por Seth MacFarlane, criador da série Uma família da pesada, já era de se esperar que a trama não seria nada leve. 
O menino solitário John Bennett (Mark Wahlberg) faz um pedido para que seu urso de pelúcia ganhasse vida e virasse seu melhor amigo. Pedido realizado. E como o fato é bastante curioso, os dois ganham fama, mas logo são esquecidos pela mídia.
 Desde que ganhou vida, Ted “cresceu” junto com John. Mas este de fato, só virou adulto fisicamente, pois até seus trinta e poucos anos, sempre agiu como um gurizão que passa os dias fumando maconha com seu amigo de pelúcia. O rumo da história muda quando a namorada de John, Lori (Mila Kunis), manda Ted embora, afim de que seu namorado vire um adulto.
Foto: O criador da série 'Uma Família da Pesada' e diretor de 'Ted', Seth MacFarlane,  foi confirmado como o apresentador do Oscar 2013. MacFarlane é um dos roteiristas mais bem pagos da TV.

A premiação ocorrerá em 24 de Fevereiro de 2013 e os indicados serão revelados dia 10 de janeiro.A primeira comédia cinematográfica produzida por Seth MacFarlane teve um bom público: mais de 200 mil ingressos no seu primeiro final de semana. Ted, que é dublado pelo próprio MacFarlane, mesmo sendo um urso rebelde, consegue divertir e até emocionar o telespectador. Tá, ele também tem momentos egoístas e ficamos com ódio por ele atrapalhar a vida de John, mas isso não chega a ser um problema.  
            Mark Wahlberg é popular por seus filmes de ação e drama, como o mais recente O vencedor, e um mais antigo, Os infiltrados, se mostra um ator que sabe se virar bem em qualquer gênero. Ele nos faz torcer para que ele consiga ter tudo no final, ao mesmo tempo em que queremos participar de seus porres com Ted.
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Mila Kunis aparece para dar o banho de água fria que Wahlberg precisava na história. Por mais legal e compreensiva que Lori seja, ela tem seus limites em relação à vida imatura que a dupla leva. Kunis não precisa de muito esforço pra nos conquistar como Lori. Ela sempre teve jeito para comédias. Lembram-se da série That’70s show? 
O longa é despretensioso, engraçado e muito bem filmado. Tem uma trilha que acompanha o enredo e várias participações inusitadas. O roteiro não chega a ser grosseiro, a primeira vista, mas também não é nenhum episódio de Ursinhos Carinhosos. Ele trata de como às vezes não nos desligarmos da melhor fase da nossa vida para encararmos o mundo real lá fora. O amigo Ted é a desculpa para tudo que Bennett faz ou deixa de fazer. Impedindo de deixa-lo amadurecer como um homem de verdade. 
Por favor, não se engane e pense que a produção é feita para todas as idades. Só com o trailer podemos ter o básico do humor sarcástico e boca suja, característico do diretor. Quem já assistiu alguma de suas séries que além de Uma Família da Pesada, também é responsável por American Dad e The Cleveland Show já sabe o que esperar de Ted. Agora se você é uma pessoa que gosta de bichinhos fofos e acha que Mark Wahlberg vai falar bonito no ouvido de Mila Kunis, sugiro que fique em casa.
O politico Protógenes Queiroz (PCdoB – SP) quis censurar o filme pelo fato de ter ido assistir com seu filho menor de 16 anos e achar o conteúdo inadequado para uma criança. Bom, a classificação indicativa estava lá e ele que julgou o cartaz pelo bonito. Ted está bêbado neste momento e fazendo piadas de Queiroz no Twitter.   Tumblr_ma0fxcqjjb1rqjzdpo1_250_large

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Antes de fazer sexo na cidade...

Assistia Sex and the City na adolescência como se fosse Malhação. Nunca foi segredo o meu fanatismo pela série (e filmes), mas o livro, no qual foram baseadas, não me agradou tanto como esperava, but what the hell.... Mas quando vi o livro dourado com o nome Carrie na capa, pensei: "meu sonho virou realidade".  E desde então, Os diários de Carrie virou meu melhor acessório.  



A história começa no primeiro dia do resto das vidas dos jovens de Castlebury: Maggie, Mouse, Lali, Walt e claro, Carrie. O grupo promete que o último ano no colégio será o melhor de toda as suas vidas. A chegada do misterioso Sebastian Kydd no colégio é o ponto de partida para tumultuar a vida de Carrie.
Conhecemos, finalmente, a família Bradshaw. Órfã de mãe, Carrie, Missy e Dorrit, respectivamente, só tem os cuidados do hiper-protetor pai, Mr. Bradshaw. Um cientista viúvo que sofre ao tentar controlar a vida de três adolescentes, sendo a caçula, a mais problemática.
O sexto livro de Candace Bushnell é tão bom (assim, simples e direto) de se ler. É totalmente "teen", sem frescuras, onde discutem sexo e bebem a vontade no barzinho da cidade. Como se fossem adultas.
A história é focada em Carrie, mas sem deixar seus amigos de lado. Viramos fãs de uns, odiamos outros e mudamos de opinião em relação com poucos.
Em comparação ao seu primeiro livro, o Sex and the city, a diferença é enorme. Além do óbvio, adolescente versus adulto , a narrativa de Os diários de Carrie é tão "fácil" e viciante, enquanto em que o Sex and the city, a história é dividida em vários capitulos, sem pé, nem cabeça, cada um com personagens diferentes e muitos chatos, prontofalay. Até hoje me pergunto, como conseguiram moldar a série baseado nesse livros, but anyway....  
Bushnell tem outras obras publicadas, inspirados na vida em Nova York, que também já viraram série, como Lipstick Jungle (Selva de batom, no bom português). 
Li a obra, com a imagem de Sarah Jessica Parker na cabeça. Ela bem "guria", seus cabelos cheios de frizz e seus nariz chegando primeiro que ela. (BRINKS)  É inevitável não lembrar de episódios da série e ver a semelhança,  no seu jeito de falar e até o seu sarcasmo. 
Desde pequena, Carrie é uma leitora fanática, que sonha em ser escritora. Lendo romances de Mary Gordon Howard e seguindo passo a passo o que sua ídola dizia. 
Seus poucos romances refletem que a jovem sempre soube se virar sozinha. Uma verdadeira "feminista". Nunca se rebaixando a nenhum cara, mas óbvio que como toda mulher, chora no travesseiro pensando "Porque não deu certo? Porque ele não me liga? Porque ele me largou?". 
Carrie é sonhadora. Carrie quer ser nova iorquina. Carrie quer ser escritora. Carrie é como eu. Carrie é que nem todas as mulheres do mundo. Apenas claro, de um jeitinho diferente.

Que venha, O verão e a cidade.


ps: em breve a resenha de O versão e a cidade.

"Eu serei lembrado, vocês não"

O príncipe da então capital brasileira, Rio de Janeiro dos anos 40 é um gênio temperamental. 
É pioneiro do que já cansamos de ver como “jogador problema”. 
É a “estrela” do time. 
É a primeira “estrela solitária” do Botafogo.
Não admitia jogar pelo dinheiro. 
Jogava por amor ao time. 
Jogaria até de graça se fosse preciso. 
Era intolerante aos companheiros de campo. 
Era culpa deles não ganharem o título. 
Era culpa do cachorro do presidente do clube por não ter voltado ao Botafogo. 
Justo quando Maracanã estava pronto.
Seus amores e vícios não tinham limites. 
Eles também não escapavam do seu furacão.
A vida em preto em branco do inesquecível jogador do Botafogo, Heleno de Freitas, é dirigido por José Henrique Fonseca, baseado no livro "Nunca Houve um Homem como Heleno", de Marcos Eduardo Novaes.
Rodrigo Santoro tem o seu drible finalizado com um gol. Heleno por Santoro nos mostra sua felicidade e decadência em momentos não-linear em que chegamos a nos excitar e deprimir.
O filme sem cores é quase um irmão de “O artista” de Michel Hazanavicius. 
Onde ambos vivem com o sucesso e perda dela. Mas ao contrário do artista francês, Heleno não tem um final feliz.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vamos de novo...

Esse blog é diretamente para exercícios de textos opinativos sobre o que for de meu interesse. Não estou afim de publicar as últimas de Hollywood, muito menos comentar sobre políticas nacionais e internacionais. Estou nesse mundinho para ser mais uma líder de opinião. Onde as pessoas vão querer ler o que eu achei antes de consumir tal produto. É um pouco egocêntrico, mas e daí? Estudo pra isso e é isso o que eu quero ser quando crescer.

E sou uma pessoa humilde. Eu juro. Apenas tenho que seguir um rumo na minha vida.