quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Antes de fazer sexo na cidade...

Assistia Sex and the City na adolescência como se fosse Malhação. Nunca foi segredo o meu fanatismo pela série (e filmes), mas o livro, no qual foram baseadas, não me agradou tanto como esperava, but what the hell.... Mas quando vi o livro dourado com o nome Carrie na capa, pensei: "meu sonho virou realidade".  E desde então, Os diários de Carrie virou meu melhor acessório.  



A história começa no primeiro dia do resto das vidas dos jovens de Castlebury: Maggie, Mouse, Lali, Walt e claro, Carrie. O grupo promete que o último ano no colégio será o melhor de toda as suas vidas. A chegada do misterioso Sebastian Kydd no colégio é o ponto de partida para tumultuar a vida de Carrie.
Conhecemos, finalmente, a família Bradshaw. Órfã de mãe, Carrie, Missy e Dorrit, respectivamente, só tem os cuidados do hiper-protetor pai, Mr. Bradshaw. Um cientista viúvo que sofre ao tentar controlar a vida de três adolescentes, sendo a caçula, a mais problemática.
O sexto livro de Candace Bushnell é tão bom (assim, simples e direto) de se ler. É totalmente "teen", sem frescuras, onde discutem sexo e bebem a vontade no barzinho da cidade. Como se fossem adultas.
A história é focada em Carrie, mas sem deixar seus amigos de lado. Viramos fãs de uns, odiamos outros e mudamos de opinião em relação com poucos.
Em comparação ao seu primeiro livro, o Sex and the city, a diferença é enorme. Além do óbvio, adolescente versus adulto , a narrativa de Os diários de Carrie é tão "fácil" e viciante, enquanto em que o Sex and the city, a história é dividida em vários capitulos, sem pé, nem cabeça, cada um com personagens diferentes e muitos chatos, prontofalay. Até hoje me pergunto, como conseguiram moldar a série baseado nesse livros, but anyway....  
Bushnell tem outras obras publicadas, inspirados na vida em Nova York, que também já viraram série, como Lipstick Jungle (Selva de batom, no bom português). 
Li a obra, com a imagem de Sarah Jessica Parker na cabeça. Ela bem "guria", seus cabelos cheios de frizz e seus nariz chegando primeiro que ela. (BRINKS)  É inevitável não lembrar de episódios da série e ver a semelhança,  no seu jeito de falar e até o seu sarcasmo. 
Desde pequena, Carrie é uma leitora fanática, que sonha em ser escritora. Lendo romances de Mary Gordon Howard e seguindo passo a passo o que sua ídola dizia. 
Seus poucos romances refletem que a jovem sempre soube se virar sozinha. Uma verdadeira "feminista". Nunca se rebaixando a nenhum cara, mas óbvio que como toda mulher, chora no travesseiro pensando "Porque não deu certo? Porque ele não me liga? Porque ele me largou?". 
Carrie é sonhadora. Carrie quer ser nova iorquina. Carrie quer ser escritora. Carrie é como eu. Carrie é que nem todas as mulheres do mundo. Apenas claro, de um jeitinho diferente.

Que venha, O verão e a cidade.


ps: em breve a resenha de O versão e a cidade.

"Eu serei lembrado, vocês não"

O príncipe da então capital brasileira, Rio de Janeiro dos anos 40 é um gênio temperamental. 
É pioneiro do que já cansamos de ver como “jogador problema”. 
É a “estrela” do time. 
É a primeira “estrela solitária” do Botafogo.
Não admitia jogar pelo dinheiro. 
Jogava por amor ao time. 
Jogaria até de graça se fosse preciso. 
Era intolerante aos companheiros de campo. 
Era culpa deles não ganharem o título. 
Era culpa do cachorro do presidente do clube por não ter voltado ao Botafogo. 
Justo quando Maracanã estava pronto.
Seus amores e vícios não tinham limites. 
Eles também não escapavam do seu furacão.
A vida em preto em branco do inesquecível jogador do Botafogo, Heleno de Freitas, é dirigido por José Henrique Fonseca, baseado no livro "Nunca Houve um Homem como Heleno", de Marcos Eduardo Novaes.
Rodrigo Santoro tem o seu drible finalizado com um gol. Heleno por Santoro nos mostra sua felicidade e decadência em momentos não-linear em que chegamos a nos excitar e deprimir.
O filme sem cores é quase um irmão de “O artista” de Michel Hazanavicius. 
Onde ambos vivem com o sucesso e perda dela. Mas ao contrário do artista francês, Heleno não tem um final feliz.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vamos de novo...

Esse blog é diretamente para exercícios de textos opinativos sobre o que for de meu interesse. Não estou afim de publicar as últimas de Hollywood, muito menos comentar sobre políticas nacionais e internacionais. Estou nesse mundinho para ser mais uma líder de opinião. Onde as pessoas vão querer ler o que eu achei antes de consumir tal produto. É um pouco egocêntrico, mas e daí? Estudo pra isso e é isso o que eu quero ser quando crescer.

E sou uma pessoa humilde. Eu juro. Apenas tenho que seguir um rumo na minha vida.